Governo de Rondônia decreta situação de emergência da saúde pública. — Foto: Smith Collection/GADO

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (6).

O país registrou 1.266 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 199.043 óbitos desde o começo da pandemiaÉ o maior número de mortes registrado em um só dia desde 18 de agosto. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 729. A variação foi de -1% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 7.874.539 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 62.532 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 36.367 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -19% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de queda nos diagnósticos.

Oito estados e o Distrito Federal apresentaram alta na média móvel de mortes: RJ, DF, AM, RO, RR, TO, CE, PB e SE.

Brasil, 6 de janeiro

  • Total de mortes: 199.043
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.266
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 729 (variação em 14 dias: -1%)
  • Total de casos confirmados: 7.874.539
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 62.532
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 36.367 por dia (variação em 14 dias: -19%)

Estados

  • Subindo (8 estados + DF): RJ, DF, AM, RO, RR, TO, CE, PB e SE
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (13 estados): RS, SP, GO, MT, MS, AC, AP, PA, AL, BA, MA, PI e RN
  • Em queda (5 estados): PR, SC, ES, MG e PE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

No estado de SP, que aparece com tendência de queda, a comparação com os dados de duas semanas atrás deve ser analisada com cautela. Devido a uma falha no sistema que impossibilitou a divulgação de dados no dia 16 de dezembro, os dados represados para o dia seguinte puxaram a média da semana de referência para cima. Por isso, nesta terça-feira a comparação está apontando para uma tendência de queda que pode não corresponder à realidade.

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.