Preso com drogas em Cabixi, rapaz de 21 anos confessa ter assistido execução de policial penal; assassino seria menor de idade

Um rapaz preso hoje na cidade de Cabixi afirma ter testemunhado o assassinato do policial penal André Borges Mendes, de 36, em Vilhena.
A prisão de C.H.I.E., de 21 anos, ocorreu por volta das 15h00 desta quarta-feira, 11, na rua Tocantins, mais precisamente no numeral 3032, em Cabixi, pelo Serviço de Inteligência da Polícia Militar, que se dirigiu ao local para averiguar uma denúncia de que jovens de Vilhena estariam vendendo drogas na praça municipal na noite anterior.

Porém, ao perceberem a presença da polícia, os suspeitos tentaram fugir, mas um acabou sofrendo uma queda, sendo alcançado e imobilizado.

Com o apoio de uma guarnição, o jovem foi identificado e constatado que havia um mandado de prisão em aberto contra ele, expedido pela comarca de Vilhena.

Ainda segundo C., ele havia fugido para a cidade, pois teria rompido sua tornozeleira eletrônica por ter testemunhado o assassinato de um agente penitenciário ocorrido durante o último final de semana, em Vilhena, pois viu o momento em que uma pessoa de nome “Josenildo” passou a arma do crime para “Vitinho”, também conhecido como “157”, efetuar os disparos. O principal suspeito de ser autor do homicídio é menor de idade.

O rapaz relatou ainda que a arma é de propriedade de um homem conhecido como “Mestre” e que o armamento usado no assassinato estaria na casa deste, informando o endereço onde também poderiam ser localizados os outros agentes na cidade de Vilhena.

Em ato contínuo, as informações foram repassadas para a Polícia Militar de Vilhena, que foi até o local informado pelo jovem, sendo na rua 1504 e 101-11, no Residencial Maria Moura, onde foi localizado “Mestre”, que ao ser indagado sobre os fatos, empurrou o comandante da guarnição na tentativa de fugir, mas acabou imobilizado e preso.

No entanto, o jovem se negou informar o paradeiro da arma que supostamente teria sido usada no crime.

Já “Vitinho” e “Josenildo’ apontados como responsáveis pelo crime, não foram localizados nos endereços repassados por C.

Diante dos fatos, “Mestre” também foi apresentado na Delegacia da Polícia Civil pra serem tomadas as devidas providências.