REPENSAR O MODELO É PRECISO

 

 

Todas as pessoas que possuem o mínimo conhecimento sabem perfeitamente que vivemos em o mundo, onde os interesses econômicos vão gradativamente tomando o espaço em relação ao bem-estar da população, ao sentimento maior de amor ao próximo; nem mesmo  os governantes que juram defender o povo,  olham muito para o quesito humanitário, e tudo isto porque os próprios governantes do mundo, com o decorrer do tempo, tronaram-se reféns do capital, e isto já não importa a ideologia.

A corrida desenfreada pelo lucro, pelo capital está escravizando o mundo todos os dias, e as pessoas passam a ser consideradas meros serviçais, considerados sim, antes de quaisquer coisas instrumentos para alimentar a sede dos lucros, do consumismo desenfreado, tornando-se cada vez mais dependentes do sistema, e por que não dizer dos donos do dinheiro que alimentam o mundo.

Mais do que nunca estamos precisando repensar o modelo que aí está, onde os conglomerados tomam conta do universo,  e sem duvidas passam a dominar os próprios governos, mais ainda os de países pobres, ou ainda daqueles que estão em fase de desenvolvimento, obrigando os mesmos a massacrarem o seu povo com políticas públicas  que apenas contribuem para a exploração acirrada das pessoas, isso se dá através de impostos que são cobrados muito além  da realidade em relação aos salários,  acontecendo o mesmo com  os pequenos empresários, que procuram manter-se no mercado, mas estes muitas vezes levados também pela quantidade de impostos cobrados, e outras exigências, terminam cedendo espaço para as grandes empresas, pelo fato de não suportarem a carga imposta  pelos governantes.

Hoje quando atravessamos um dos momentos tão difíceis para a humanidade, podemos observar muito claramente, o quanto nossas autoridades  relevam o problema da pandemia,  ou seja da covid/19;  travando nos bastidores uma guerra muito mais acirrada em relação a parte comercial;  que movimenta cifras astronômicas, no que diz respeito  a instrumentos, e medicamentos para a cura da covid/19;  preferem isto,  a  ouvir a voz da razão, e voltar-se para a parte humanitária, onde a covid/19 não representa apenas a doença em si, mas o desemprego, a desestruturação das famílias, a tantos outras sequelas que as pessoas estão passando, e que ainda irão passar.

O momento reque que deixemos o sentimento humanitário invadir nossas almas, que possamos nos voltar para os sérios problemas que afligem a todos nós, e mais ainda aos necessitados, a visão precisa ser ampla, a empatia precisa apoderar-se de cada um de nós, para que possamos sair fortalecidos, e entendermos de uma vez por todas, que não existe ideologia maior, do que a de amarmos o próximo, de valorizarmos cada segundo de nossas vidas, para que tenhamos na alma a paz tão desejada, e Deus no coração.

Portanto que façamos a nossa parte, que cada um de nós represente esta mudança que precisa acontecer urgentemente, caso contrário estaremos fadados ao descontrole, valendo lembrar que quando o barco naufragar comandantes e passageiros vão juntos, e não existem salva-vidas que dure por tanto tempo, daí ser necessário que o  salvamento  seja o mais rápido possível.